terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Chamada de artigos para o dossiê “Contracultura e Mundialização”

Samira Feldman Marzochi (org.)


Os nexos teóricos e empíricos que podem ser evidenciados entre as produções culturais e artísticas da “contracultura”, sobretudo a norte-americana dos anos 1960, e a “mundialização da cultura”, são, por vezes, bastante óbvios, mas pouco explorados pela Sociologia. São muitos os exemplos de estilos de vida e consumo contemporâneos resultantes de atualizações ou recriações do período contracultural realizadas pelo mercado. 

A presença dos signos, símbolos, comportamentos, modos de ser e consumir, as obras literárias, musicais, teatrais, cinematográficas, televisivas, entre outras da contracultura, no que se convencionou chamar “cultura de massa”, é inquestionável, bem como a apropriação destes elementos pelas várias indústrias culturais. 
          
Ainda que subsista uma vasta e diversificada produção musical, fílmica ou literária, viabilizada na sua criação, divulgação e fruição pelo advento das redes eletrônicas, e deixada à margem pelas gravadoras, produtoras ou editoras de maior porte voltadas para um amplo mercado consumidor, talvez seja possível afirmar que as principais referências da cultura hegemônica ou dos grandes mercados e indústrias da cultura, ainda sejam as formas estéticas e os valores produzidos pela contracultura. 
          
Entre as diversas indústrias culturais, está o mercado de alimentos que vende, muito mais que comida processada e adaptada ao paladar “universal”, cosmologias diferenciadas. Imagina-se que os fast-foods multiculturais de sanduíches, comidas árabes, japonesas, chinesas ou as franquias de cafeterias que se espalham pelo globo, venham atender às exigências de um estilo de vida e de consumo alimentar mundializado, de indivíduos solteiros ou famílias não patriarcais constituídas de adolescentes engajados em atividades extraescolares. 
          
Quando se adentra em uma cafeteria do tipo Stabucks em São Paulo, por exemplo, depara-se com um espaço arquitetado e decorado de forma padronizada, onde não se identifica quase nenhum traço de “brasilidade”, exceto na língua falada (predominantemente) em seu interior. Jovens atirados em sofás, almofadas e poltronas de couro em estilo country, podem sugar sem pressa milk-shakes de café ao som de Janis Joplin... 
         
Na nova arquitetura e decoração de interiores, no estilo casual de se vestir e pentear, na linguagem das “redes sociais”, na escolha das profissões e no mercado de trabalho, no individualismo combinado ao enfraquecimento do sujeito, no tipo de sociabilidade, na imaginação do futuro, do presente ou do passado, entre outros aspectos, são reconhecidas muitas das conquistas da contracultura subvertidas, todavia, pelo mercado, em seus sentidos e motivações originais. 
          
Com esta proposta, sugiro a investigação da hipótese segundo a qual a contracultura, apropriada pelo mercado e transformada em hegemonia cultural, tenha fornecido elementos estéticos e ideológicos fundamentais aos modos mais recentes de mundialização da cultura.
        
O dossiê “Contracultura e Mundialização”, a ser publicado pela Revista Temáticas de Ciências Sociais do IFCH/Unicamp (ano 22, número 43, 2014), abrir-se-á aos artigos que resultem de pesquisas e discussões já amadurecidas da área de Sociologia ou Antropologia sobre os possíveis cruzamentos empíricos e teóricos entre a “contracultura” e a “mundialização”. 

Para tanto, é aconselhável que os textos apresentem, além de análise empírica, significativa revisão bibliográfica de ambos os temas visando uma síntese original que atenda às expectativas de investigação e contribuição teórica do campo das Ciências Sociais. 

Os conceitos weberianos de “racionalização” e “rotinização”, os conceitos bourdiesianos de “visão” e “di-visão de mundo”, as obras de Georg Simmel, Norbert Elias e Erving Goffman, para citar algumas sugestões, certamente enriquecerão as possíveis abordagens do tema proposto, bem como fornecerão problemas teóricos relevantes para a condução das investigações bibliográficas e análises empíricas que devem se articular, nos textos, de modo inseparável.

A data-limite para o envio de artigos ao e-mail marzochi@gmail.com, aos cuidados da organizadora Samira Feldman Marzochi, será 31 de julho de 2013.


NORMAS DE PUBLICAÇÃO:

Por gentileza, solicitamos que antes da submissão dos artigos, sejam observadas as normas de publicação, especialmente quanto aos resumos, palavras-chave, citações e bibliografia, contidas no blog da Temáticas (http://revistatematicas.blogspot.com.br/2008/03/revista-temticas-publica-trabalhos.html) ou ao fim das edições em papel.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

CHAMADA DE ARTIGOS para Dossiê "Casas"

Patricia Carvalho, Lucybeth Camargo e Diego Amoedo (orgs).

A casa é uma categoria conceitual usada por diferentes autores das Ciências Sociais e, mais especificamente, da Antropologia. De diversos modos, abordagens e metodologias, o tema foi tratado por autores como Lévi-Strauss (A noção de Casa, 1986), Pierre Bourdieu (Esquise de d'une théorie de la pratique-prècèdè de trois études d'ethnologia kabyle, Túnez, 1971; El baile de los solteros, França, 2004), Janet Carsten e Stephen Hugh Jones (About the house: Lévi-Strauss and beyond, 1995), Vanessa Lea (Nomes e nekrets Kayapó: uma concepção de riqueza, Brasil, 1986), João de Pina Cabral (Filhos de Adão, Filhas de Eva. A visão do mundo camponesa no Alto Minho, Minho, Portugal, 1989; O Homem na família, Portugal, 2003), Roberto Da Matta (A casa e a rua, Brasil, 1991) e Bastien (La familia rural haitiana, Haiti, 1951), entre outros cujos trabalhos apresentam importantes aportes com respeito à “casa” como categoria analítica: espaço em que diferentes campos de conhecimento se articulam, sendo entendida para além de seu substrato objetivo.

À luz da importância dos trabalhos citados acima, podemos afirmar que a Casa, enquanto uma instituição social, demonstra-se como sítio de sociabilidade privilegiado no qual as relações constitutivas da vida dos sujeitos se tornam inteligíveis. Reveladora de modos distintos de organização social, a Casa permite também alagar este tipo de análise para aquelas que a abordem como um domínio de bens materiais e imateriais que apreendido, por exemplo, pelo estudo dos termos nativos, permita acessar novas conceituações dos grupos sociais. A casa é aqui tomada como um idioma simbólico, seguindo abordagens mais contemporâneas que a percebem como locus de densas teias de significado, e modelo cognitivo para estruturar, pensar e experimentar o mundo.

A proposta deste dossiê é reunir artigos de diferentes áreas das Ciências Sociais que contribuam, de modo teórico e etnográfico, para o debate sobre a Casa, articulando esta categoria a outros componentes constitutivos da vida social em diferentes contextos sociais, políticos e geográficos. O objetivo é divulgar pesquisas que abordem o espaço da Casa como cenário privilegiado de análise das relações envoltas na construção da pessoa e do corpo; como reveladora da linguagem de parentesco, relações de gênero, de mobilidades e constituição de territorialidades. São bem-vindos textos que abordem a Casa como espectro de múltiplas relações e outros temas que revelem novos horizontes analíticos para essa categoria.



Prazo para envio de artigos: 31 de junho de 2012
Mais informações: dossiecasa@gmail.com
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domingo, 24 de julho de 2011








A SOCIOLOGIA DE PIERRE BOURDIEU

Fabiane Cancian e Samira Feldman Marzochi (orgs.)

Este dossiê visa agregar trabalhos de ciências humanas sobre temas e objetos de pesquisa diversos que tenham como base teórica e metodológica as contribuições conceituais do sociólogo francês Pierre Bourdieu (1930-2002).

O critério de seleção dos artigos será, portanto, mais que temático ou disciplinar, metodológico, teórico e qualitativo. Os textos devem comprovar apreensão significativa dos pressupostos deste autor para a escolha e desenvolvimento das técnicas de pesquisa, análise de dados e exposição das conclusões, além de rica discussão bibliográfica.

Com este volume, os organizadores pretendem demonstrar a importância do estruturalismo de Pierre Bourdieu para o conhecimento profundo e crítico da realidade social, bem como indicar as limitações teóricas da afirmação disciplinar no interior das Ciências Sociais brasileiras.


Prazo para envio dos artigos: 30 de junho 2012.


Mais informações: marzochi@gmail.com



terça-feira, 3 de maio de 2011

LANÇAMENTO: Sociologia, Arte e Tecnociências


ISSN:1413-2486

Número: 35/36

Resumo: A proposta deste dossiê é a de reunir trabalhos que trafeguem por áreas fronteiriças, apresentando produções científicas e artísticas que se cruzem de algum modo e alimentem a tríade “sociologia, arte e tecnociências”. Assim, os leitores terão a oportunidade não de desvendar o que há isoladamente de sociologia, de arte e de tecnologia nos trabalhos que seguem, mas sim de perceber o modo como estes identificam, discutem e se envolvem com algo que poderíamos considerar central no dossiê: as questões estético-políticas disparadas pela avalanche tecnocientífica a partir da virada cibernética. Os textos selecionados tratam de temas recorrentes hoje nesse campo de interesses, apresentando referências e perspectivas ao mesmo tempo partilhadas e em oposição.

http://www.ifch.unicamp.br/publicacoes/index.php?p=livro&id_livro_selecionado=451

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


PENSAMENTO CONSERVADOR E MODERNIDADE

CHAMADA DE ARTIGOS
Michel Goulart Silva (org.)


Este dossiê tem como objetivo reunir artigos e ensaios teóricos, pesquisas empíricas e resenhas que tratem das diferentes manifestações do pensamento conservador a partir do século XX, no Brasil e em outros países, sob o enfoque das Ciências Sociais e da História.

Trabalhos dedicados às questões relacionadas aos fascismos na Europa e na América Latina, às diversas manifestações de racismo, incluindo-se o anti-semitismo, às ditaduras latino-americanas, ao imaginário anticomunista, aos fenômeno neonazistas e seus congêneres pelo mundo, serão bem-vindos.

Prioritariamente, serão aceitos artigos que articulem, no plano teórico e empírico, a modernidade sociológica ao pensamento político conservador, bem como aqueles que questionem a correspondência entre ambos.

Os textos devem ser encaminhados ao organizador do dossiê, Michel Goulart Silva, pelo e-mail michelgsilva@yahoo.com.br, até 31 de maio de 2010.


Normas de Publicação:
http://revistatematicas.blogspot.com/2008/03/revista-temticas-publica-trabalhos.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Apresentação da Revista Temáticas

A Revista Temáticas é um periódico de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp que publica artigos, comunicações, resenhas e traduções nas áreas de Antropologia, Sociologia e Ciência Política assinados por pesquisadores de diferentes institutos nacionais e estrangeiros.

Nascida da iniciativa de alunos de mestrado e doutorado do IFCH (Unicamp) em 1992, seu Conselho Editorial é hoje composto de alunos de pós-graduação, professores e pesquisadores em Ciências Sociais de diversas instituições do Brasil e do exterior. De circulação nacional e eventualmente latino-americana, a Temáticas publica trabalhos em português ou espanhol.

Para enviar artigos às chamadas de dossiês, consulte as Normas de Publicação e entre em contato diretamente com os organizadores cujos e-mails estão disponíveis junto às datas-limite de recebimento de trabalhos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009


Gênero, Moralidades e Sexualidades Contemporâneas

Chamada de artigos

Adilton Luís Martins; Camilo Albuquerque de Braz; Carolina Branco de Castro Ferreira; Carolina Parreiras e Talita Castro (orgs.)


A proposta deste dossiê é reunir artigos de diferentes áreas para produzir conhecimentos e contribuir para o debate sobre "Gênero, Moralidades e Sexualidades Contemporâneas". O objetivo é divulgar pesquisas que abordem práticas eróticas dissidentes, gêneros disruptivos e/ou transgressões, e ainda aquelas que relacionam religiosidade e sexualidade, bem como jurisprudência e sexualidade.

Os campos feministas, gays e lésbicos e queer internacionais, assim como o debate nacional sobre sexualidade, gênero e corpo têm sido marcados pelas discussões das "Interseccionalidades" e/ou "Marcadores de diferença". Por isso, também interessa a este dossiê produções que abordem como novas formas/práticas de desejo sexual e discursividades se relacionam com processos sociais mais amplos e com categorias como classe, raça e idade.

A data limite para o envio dos artigos é 2 de junho de 2009. Estes devem ser encaminhados para o seguinte e-mail: carolinabcf.uni@gmail.com

Para ver “Normas de Publicação”: http://revistatematicas.blogspot.com/2008/03/revista-temticas-publica-trabalhos.html

Ilustração: Marc Chagall, "Casamento".

sexta-feira, 28 de novembro de 2008




Sociologia, arte e tecnociência

Rodolfo Eduardo Scachetti e Rosana Horio Monteiro (orgs.)


A proposta deste dossiê é a de reunir trabalhos que trafeguem por áreas fronteiriças, produzindo conhecimentos que se cruzem de algum modo e alimentem a tríade “sociologia, arte e tecnociência”.

O objetivo central é divulgar produções de sociólogos, artistas e cientistas que tratem de experiências diversas em arte contemporânea, como performances, instalações, produções visuais, de vídeo, prototípicas, esculturais, notadamente vinculadas à tecnociência.

A expectativa é de que tais proposições dialoguem de modo a revelar um pouco como os artistas, posicionados privilegiadamente em uma atividade que se constrói justamente como um combate aos limites que fundamentam toda linguagem, têm “processado” o estado da arte das ciências e das tecnologias de ponta.

Interessa, aqui, questionar como a arte contemporânea se apropria dos artefatos atuais e virtuais produzidos pela tecnociência e, em contrapartida, como esta também se apropria da dinâmica da criação de formas, própria à arte, para fazer avançar seus objetivos.


DATA LIMITE PARA ENVIO DE TEXTOS:
10 de março de 2009
Mais informações: srodolfo@uol.com.br

segunda-feira, 13 de outubro de 2008


Memorias de la represión en América Latina

Valentina Salvi (org.)

A pesar de los intentos de negar y borrar la magnitud de los crímenes cometidos, la principal consecuencia de las dictaduras militares latinoamericanas fue paradójicamente la activación de la memoria colectiva. Por una parte, la importancia que la memoria ha adquirido en la espacio social se expresa no sólo en el surgimiento de un nuevo actor social enrolado en la defensa de los Derechos humanos, en el fortalecimiento de los debates en torno a las causas y responsabilidades por la violencia represiva o en la demanda de juicio y castigo a los culpables, sino también en la institucionalización del recuerdo por parte del Estado –a través de monumentos, museos, memoriales y archivos-, en el fortalecimiento de un campo de producción artística e intelectual o en el cada vez mas influyente papel de la educación y de los medios de comunicación en la transmisión de la memoria o del olvido.

Por otra parte, la memoria colectiva sobre las dictaduras se inserta en un marco de recuperación que, anclado en el presente, involucra a varios actores sociales, quienes se entreveran, a su vez, en luchas y disputas por los sentidos y representaciones sobre el pasado reciente. El Estado, las víctimas, los organismos de Derechos Humanos, las Fuerzas Armadas, la justicia nacional e internacional, los medios de comunicación, los intelectuales y artistas, las organizaciones armadas y sus militantes, los partidos políticos y la sociedad civil componen esta trama compleja de actores sociales, cuyas disputas se despliegan en diversos ámbitos de la vida social: la política, la cultura, el derecho, la historia, la familia, la ideología y la biografía personal.

Desde una perspectiva que permita comparar diferentes experiencias nacionales, este dossier se propone abordar la problemática de las memorias de la represión en América Latina a partir de diversas miradas disciplinarias – historia, ciencia política, sociología, antropología-. Lo que puede incluir también una reflexión sobre los principales problemas metodológicos e epistemológicos que se presentan en el estudio del pasado reciente a la hora de desarrollar la práctica investigativa y la producción de conocimiento.

La fecha límite para la presentación de artículos es el 20 de diciembre y tienen que ser enviados a chamadamemoria@yahoo.com.ar
Normas de Publicação:

domingo, 12 de outubro de 2008




CHAMADA DE ARTIGOS - DOSSIÊ “ESQUERDAS E CULTURA”

Rodrigo Czajka e Marcelo Ridenti (organizadores)


As esquerdas como objeto de estudo e pesquisa têm sua relevância, sobretudo nas Ciências Sociais, Sociologia e História. A partir do enfoque da oposição política, da organização partidária ou da articulação de movimentos sociais, as esquerdas, de um modo geral, são representadas como agentes importantes na transformação do cenário político internacional durante todo século XX. Importância constatada tanto no seu protagonismo quanto no seu antagonismo, derivados dos conflitos de ordem ideológica que, via de regra, compuseram sua identidade social.

Entretanto, outras faces não menos importantes dessa representação, aos poucos, vêm ganhando contornos mais densos: a relação das organizações de esquerda com a cultura, e também a ação de artistas e intelectuais que têm afinidades com as esquerdas, sejam ou não militantes. Pesquisas que vêm se debruçando não apenas sobre a associação funcional entre cultura e política, mas que procuram entender a dinâmica da inserção nos espaços de produção cultural das esquerdas – e do seu temário correspondente –, bem como a atuação de intelectuais e artistas identificados com elas. Isto é, como determinadas organizações, instituições e entidades vinculadas às esquerdas políticas representam a si mesmas nos circuitos artísticos e culturais, e como se dá a identificação individual ou coletiva com elas.

Isso, evidentemente, implica na consideração detalhada de práticas, manifestos, obras, intervenções públicas de intelectuais e artistas que buscam representar seus ideais políticos por meio do vetor cultural (mercado, mecenato, políticas culturais, instituições etc.) e que ao mesmo tempo modificam a própria estrutura de produção e circulação cultural.

A problemática da (des)organização e produção da cultura, além do papel de artistas e intelectuais de esquerda nos circuitos culturais, seja no exercício do poder ou na oposição, são temas centrais neste dossiê “Esquerdas e cultura”, com intuito de reunir contribuições de docentes e pesquisadores envolvidos com este tema.

A data limite para envio dos artigos é 20 de dezembro de 2008. Estes devem ser encaminhados a Rodrigo Czajka, através do e-mail rodrigoczajka@yahoo.com.br.
Ver "Normas de Publicação":

terça-feira, 4 de março de 2008




NORMAS DE PUBLICAÇÃO

A Revista TEMÁTICAS publica trabalhos originais de alunos, professores e pesquisadores em Ciências Sociais, na forma de artigos, resenhas, entrevistas, comunicações e traduções.

Só serão aceitas resenhas de livros que tenham sido publicados no Brasil, nos dois últimos anos, e no exterior, nos quatro últimos anos.

Prioritariamente, os trabalhos devem ser redigidos em português ou espanhol.

O Resumo e as Palavras-chave que precedem o texto, escritos no idioma do artigo, e os que sucedem o texto, em inglês (Abstract/Keywords).

É permitida a reprodução parcial ou total dos trabalhos da Revista TEMÁTICAS em outras publicações ou sua tradução para outro idioma, desde que citada a fonte original.

A publicação de artigos não é autorizada aos membros do Conselho Editorial da Revista TEMÁTICAS.

PREPARAÇÃO DE ORIGINAIS

Apresentação

Os artigos devem ser apresentados em CD e acompanhados de três cópias impressas, fiéis ao CD, sendo duas cópias sem o nome do autor do texto, em Word 6.0 ou superior, não devendo exceder 12.000 palavras.

Estrutura do artigo

Folha de rosto:

Título;
Autor(es) (por extenso e apenas o sobrenome em maiúscula);
Programa e área aos quais está(ão) vinculado(s);
Vínculo institucional;
Endereço residencial e telefone para contato.

No corpo do texto:

Título;
Resumo (com máximo de 200 palavras);
Palavras-chave (com até 7 palavras tiradas do Thesaurus da área, quando houver);
Texto;
Abstract e Keywords (versão para o inglês do Resumo e Palavras-chave);
Referências Bibliográficas (trabalhos citados no texto);
Bibliografia (indicar obras consultadas ou recomendadas, não referenciadas no texto, se houver).

Referências Bibliográficas

Devem ser dispostas em ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor e seguir a NBR 6023 da ABNT.

Abreviaturas

Os títulos de periódicos deverão ser abreviados conforme o Current Contents.

Exemplos:

• Livros e outras monografias:
FIGUEIREDO, A.C., FIGUEIREDO, M. O plebiscito e as formas de governo. 2ª. ed. São Paulo: Brasiliense, 1993, 98 p.
• Capítulos de livros:
JOHNSON, W. Palavras e não palavras. In: STEINBERG, C.S. Meios de comunicação de massa. São Paulo: Cultrix, 1972, p.47-66.
• Dissertações e teses:
BITENCOURT, C.M.F. Pátria, Civilização e Trabalho. O ensino nas escolas paulistas (1917-1939). São Paulo, 1988. Dissertação (Mestrado em História) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.
• Artigos de periódicos:
LESSA, S. Lukács: Trabalho, objetivação, alienação. Trans/Form/Ação, São Paulo, v.15, p.39-51, 1992.

Citação no texto

O autor deve ser citado entre parênteses pelo sobrenome, separado por vírgula da data de publicação (Torres, 1978).

Se o nome do autor estiver citado no texto, indica-se apenas a data entre parênteses: “Segundo Schaff (1992)...”.

Quando for necessário especificar página(s), esta(s) deverá(ão) seguir a data, separada(s) por vírgula e precedida(s) de p. (Delouya, 1994, p.54).

As citações de diversas obras de um mesmo autor, publicadas no mesmo ano, devem ser discriminadas por letras minúsculas após a data, sem espaçamento (Marx, 1984a), (Marx, 1984b).

Quando a obra tiver dois autores, ambos são indicados, ligados por & (Lamounier & Meneguello, 1986) e quando tiver três ou mais, indica-se o primeiro seguido de et al. (Weffort et al., 1988).

Notas

Devem ser reduzidas ao mínimo e colocadas ao pé da página.

As remissões para o rodapé devem ser feitas por números arábicos, na entrelinha superior.

As opiniões e conceitos emitidos nos trabalhos, bem como a exatidão das referências bibliográficas, são de inteira responsabilidade dos autores.

Resenhas e Traduções

As resenhas devem seguir o padrão de publicação de Temáticas contendo no máximo 6.000 palavras.

domingo, 23 de dezembro de 2007




DOSSIÊ CULTURA E POLÍTICA

José Eduardo Szwako & Luiz Domingos Costa (orgs.)



Já faz algum tempo que as Ciências Sociais reconheceram a relação e a recíproca determinação entre as esferas da 'Cultura' e da 'Política'. Dizer isso soa quase evidente, senão ingênuo. Menos evidentes, entretanto, são as respostas dadas àquela constatação, produzidas dentro de cada tradição disciplinar. O que acontece quando antropólogos se voltam para o estudo do 'mundo político' e, também, quando as 'variáveis culturais' passam a preocupar as Relações Internacionais ou a Ciência Política? E ainda, o que significam os ataques à noção de cultura, elaborados dentro e fora da própria Antropologia, devido a seu caráter supostamente essencialista e despolitizante? Ao redor de questões como essas, o Dossiê 'Cultura e Política' tem um duplo-objetivo: visa problematizar, por meio de casos empíricos, a dinâmica e a reciprocidade do par político-cultural. E, além disso, pretende discutir os efeitos da circulação de objetos e categorias sobre a produção de novas chaves-interpretativas nas respectivas áreas. Em registro mais amplo, o resultado do debate proposto, ao explicitar o jogo de convergências e divergências operante nos próprios pressupostos teóricos, permite também indagar em que medida ainda faz sentido falar no grande rótulo das 'Ciências Sociais'...



José Eduardo Szwako e Luiz Domingos Costa,
dezembro de 2007.
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PRÓXIMOS NÚMEROS em ordem de publicação:

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007














"As aldeias dos Krahó (TO), povo da família lingüística jê, seguem o ideal timbira de disposição das casas ao longo de uma larga via circular, cada qual ligada por um caminho radial ao pátio central". Foto: Vincent Carelli, 1983. (http://www.socioambiental.org.br/)


A Unicamp também seguiu o ideal timbira.

CHAMADA DE ARTIGOS

DOSSIÊ SOCIEDADES INDÍGENAS
Levi Pereira e Olendina Cavalcante (orgs)


O número 32, que deverá ser publicado no segundo semestre de 2008, apresentará um dossiê sobre sociedades indígenas, reunindo artigos que apresentem resultados de pesquisas em andamento ou já concluídas por alunos do programa de Ciências Sociais do IFCH/Unicamp, além de entrevistas e resenhas.

Os trabalhos que compõem o Dossiê devem expressar a maneira como a sociodiversidade indígena vem sendo captada e discutida pelos pesquisadores a partir das preocupações teóricas e metodológicas da antropologia atualmente realizada no Brasil, apresentando um conjunto de temas e problemas aos quais tem se dedicado a etnologia brasileira.

Os artigos deverão conter entre 20 e 25 páginas, incluindo a bibliografia, de acordo com as orientações que se encontram disponíveis ao fim de qualquer exemplar da Revista Temáticas.

Após a formatação, os artigos deverão ser encaminhados para os e-mails dos organizadores:

Levi Pereira: levipereira@ibest.com.br
Olendina Cavalcante: molendina@unicamp.br

As resenhas devem contemplar trabalhos publicados nos últimos três anos.


Os artigos deverão ser enviados aos organizadores até 30/05/2008.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007


Lançamento: Dossiê MARXISMO E CIÊNCIAS HUMANAS

Nº 29, 2007
Danilo Enrico Martuscelli (org.)




Apresentação
Por Danilo Enrico Martuscelli

Apontamentos sobre a “inversão” em Marx
Jair Batista da Silva

Dialética e luta de classes: contradição e mediação
Henrique Amorim e Cristiano Ferraz

Sociedades arcaicas, colonialismo e nacionalismo segundo Marx
Ricardo Luiz de Souza

Marxismo e relações internacionais: duas abordagens (Hardt/Negri e Cox)
Daniel Simões Oliveira

Gramsci leitor de Georges Sorel: um diálogo sobre história e revolução
Leandro de Oliveira Galastri

O papel do político e das forças produtivas na teoria da transição socialista em Lênin: notas introdutórias
Angela Lazagna




Mais informações:
http://www.ifch.unicamp.br/pub/area.php?texto=adquirir

terça-feira, 24 de julho de 2007


ESTUDOS RURAIS

Nashieli Rangel Loera (org.)
ano 14
número 27/28
2006

Introdução

Nashieli Rangel Loera

Produção familiar e pluriatividade no Município de Araraquara -SP

Darlene Aparecida de Oliveira Ferreira e José Carlos Alves Pereira

Experiências e representações do "ser jovem" em Rosário das Almas

Vanda Silva

Jovem rurais e agricultura familiar: desafios para a modernidade

José Carlos Alves Pereira

Novas Ruralidades: identidades, meio ambiente e turismo no Vale do Ribeiro, SP

Marisa Babosa Araújo Lima

Identidades, ética italiana e agroturismo em Venda do Imigrante, Espírito Santo

Verena Seva Nogueira

Cultura cabloca: uma identidade cultural em construção no mundo rural

Pedro Martins e Tânia Welter

Artigos

Florestan Fernandes e Guerreiro Ramos na construção de idéia de Brasil Moderno

Tatiana Gomes Martins

A criação de Municípios no Brasil: breve revisão da literatura

Vidal Dias da Mota Júnior




Vendas: Livraria do IFCH
morewa@unicamp.br

Mais informações:
Publicações Temáticas

domingo, 22 de abril de 2007

NOVOS NÚMEROS


Estudos Rurais
Nashieli Rangel Loera (org.)
ano 14
número 27/28
2006
status: lançado 


Marxismo e Ciências Humanas
Danilo Martuscelli (org.)
ano 15
número 29
2007
status: lançado


Cultura e Política 
José Eduardo Szwako & Luiz Domingos Costa (orgs.)
ano 15
número 30
2007
status: lançado 


Sociedades Indígenas
Levi Pereira e Olendina Cavalcante (orgs.)
ano 16
número 31/32
2008
status: lançado


Memórias da repressão na América Latina 
Valentina Salvi (org.)
ano 17
número 33/34
2009
status: lançado


Sociologia, arte e tecnociência
Rodolfo Eduardo Scachetti e Rosana Horio Monteiro (orgs.)
ano 18
número 35/36
2010
status: lançado


Esquerdas e Cultura
Rodrigo Czajka e Marcelo Ridenti (orgs.)
ano 19
número 37/38
2011
status: lançado


Pensamento Conservador e Modernidade
Michel Silva (org.)
ano 20
número 39
2012
status: lançado

Gênero, Moralidades e Sexualidades Contemporâneas
Luís Martins; Camilo Albuquerque de Braz; Carolina Branco de Castro Ferreira; Carolina Parreiras e Talita Castro (orgs.)
ano 20
número 40
2012
status: impressão

A Sociologia de Pierre Bourdieu
Fabiane Cancian e Samira Feldman Marzochi (orgs.)
ano 21
número 41
2013
status: editoração

Dossiê Casas
Patricia Carvalho, Lucybeth Camargo e Diego Amoedo (orgs).
Ano 21
número 42
2013
status: organização

Contracultura e Mundialização
Samira Feldman Marzochi (org.)
Ano 22
número 43
2014
status: chamada de artigos


NÚMEROS LANÇADOS